Palestrantes detalharam importância dos indicadores aliados à tecnologia

Representantes da TB Facilities apresentaram um painel com o tema “Como indicadores, aliados à tecnologia, nos ajudam a identificar oportunidades em otimização de recursos e ganho de produtividade” durante o segundo dia do Congresso Brasileiro de Facility Management, Property & Workplace 2020.

Nesta quarta-feira, 07 de outubro, o tema foi detalhado por Ricardo Ávila, gerente Comercial do Grupo Empresarial TB, Giovana Mazza, gerente de Operações da TB Facilities e Alexandre Mota, também gerente de Operações da empresa.

Inicialmente, Ávila apresentou a estrutura da TB Facilities. Em São Paulo, a empresa possui 18 mil metros quadrados, que abriga estrutura operacional, centrais de armazenamento de produtos, Centro de Comando Operacional, suprimentos, área de planejamento e desenvolvimento e uma oficina. A companhia também possui uma estrutura física em Curitiba.

“A empresa nasceu há 54 anos com facilities e vem em um desenvolvimento ascendente, acompanhando e desenvolvendo as tecnologias do mercado”, afirmou Ávila. “Trabalhamos nos segmentos de logística, hospitais, instituições de ensino, shoppings e galerias e entretenimento”.

“Esse momento nos fez pensar em como cada fez mais otimizar nossos recursos, ganho de produtividade e revisão constante de recursos considerando o fluxo operacional. Nós transferimos nossa expertise no segmento hospitalar e adotamos para todos os clientes de segmentos variados”, disse também Ávila.

 

Por sua vez, Giovana Mazza apresentou o plano de trabalho da empresa para a estruturação de indicadores. O primeiro passo é entender “por que medir?”, em seguida, “o que medir?” e “como medir?”.

“Precisamos ter uma ferramenta tecnológica para reunir todas essas informações”, explicou Giovana. “É um robô que faz toda essa junção e temos analistas de tecnologia dentro da operação que fazem essa análise, transformando esses dados em indicadores”.

“Além disso, é preciso fazer a gestão desses indicadores, porque o indicador só vai indicar e vamos começar a abrir os planos de ação, pelos objetivos de redução de custo, aumento de produtividade, da disponibilidade de recursos, padronizando os processos ou atingindo a maior qualidade dos nossos serviços”, detalhou.

Por sua vez, o gerente de operações Alexandre Mota afirmou que antes de reunir os indicadores, é preciso cumprir algumas etapas fundamentais: mapeamento de áreas e ativos, cadastro, definição de frequências, instituição das rotinas de trabalho diário por profissionais, consolidação do plano de trabalho e estabelecimento de um checklist com pontos a serem monitorados

“Sem uma base, uma plataforma consistente e segura, com todos esses números a gente não consegue enxergar o todo para poder agir pontualmente. Não é só isso. A gente pode pensar nesse método como sendo algo para colocar toda essa estrutura em pé, porém é um processo que não é perene, não fica sustentando por si só”, considerou.

Por Comunicação ABRAFAC

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