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Gestão de Facilities e RH: união impulsiona a produtividade

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Gestão de Facilities e RH: união impulsiona a produtividade

Gestão de Facilities e RH: união impulsiona a produtividade

Entenda como essa parceria é importante para uma boa cultura organizacional 

O capital humano é um dos maiores valores de empresas e corporações. Sem o empenho dos colaboradores, nenhuma marca consegue se sobressair, principalmente, se levarmos em conta a forte concorrência nos mais diferentes setores do mercado. Mesmo para empreendimentos que não visam o lucro, ter uma boa produtividade é importante para atingir resultados cada vez maiores. E como a Gestão de Facilities pode auxiliar no engajamento desses?

Falamos anteriormente no texto Gestão de Facilities: o valor da profissão para as empresas, que um dos desafios de Gestores de Facilities é conseguir uma mão de obra de alto valor agregado. Ao internalizar as contratações, existe uma enorme dificuldade de encontrar mão de obra qualificada, assídua, pontual e de confiança. 

Por isso, é fundamental que, além de boas contratações, sejam necessárias ações para reter talentos. Uma das tendências dos últimos tempos é integrar todas as áreas da empresa, equalizando as diferentes demandas em relação à segurança, limpeza e manutenção - e propor soluções que facilitam a rotina organizacional com foco na gestão de qualidade. 

E quando se fala em ações com colaboradores, é impossível não levar em conta que o setor de Recursos Humanos é ideal para colocar em prática ideias. É aí que entra uma importante parceria entre a a Gestão de Facilities e o RH.

Cécile de Guillebon, Diretora Global de Facility Management da Aliança Renault-Nissan, em uma entrevista especial para o Blog da ABRAFAC, revelou que trabalhar com RH é muito estratégico e uma via de mão dupla, onde ambas áreas saem ganhando. 

“Nós nos unimos e eu acho que nossas competências, nossa expertise, é muito complementar. Nós somos muito próximos do pessoal do RH e compartilhamos muito sobre o que nós sabemos, tentando fazer o que chamamos de ‘retorno em experiência’”, apontou Cécile. 

Para a especialista, a Gestão de Facilities que coordena tenta ser muito aberta e transparente, porque no fim, ela acredita que ambas funções são de suporte para as operações. “A chave desafiadora é atrair novos talentos, pois a nossa empresa está se transformando em relação a carros conectados, carros autônomos, e muita tecnologia em curso”. 

Por isso, os Gestores de Facilities precisam aproveitar as vantagens de ferramentas tecnológicas e trabalhar em parceria com o RH para tornar o ambiente de trabalho cada vez mais inspirador e favorável ao bom desempenho das equipes. 

Com o suporte de um ambiente interno bem coordenado, os funcionários podem dedicar toda a energia às tarefas que são realmente fundamentais para a satisfação dos clientes e para o crescimento do negócio.

No caso da Aliança Renault-Nissan, uma empresa de apelo global, manter profissionais gabaritados é um desafio cotidiano. Todavia, mesmo empreendimentos relativamente menores precisam ficar atentos para não apenas perder colaboradores, e também não ter uma produtividade deficiente.

“Não é exagero ter o RH e o FM trabalhando juntos para fazer uma empresa a mais atrativa que puder. Temos profissionais para encontrar os candidatos e os ajudamos a se integrarem em uma empresa grande. Alguns deles nunca trabalharam em uma empresa grande, então temos que nos esforçar para fazer isso ser fácil e amigável para eles”, definiu Cécile. 

“Gostamos de pessoas engajadas, que trabalham duro, e também damos a eles tudo o que é necessário para que eles se tornem profissionais de boa performance”, salientou. 

A preocupação fundamental do profissional de facilities junto aos colaboradores (e junto com a comunidade organizacional) deve ser a conquista das melhorias almejadas, garantindo o aperfeiçoamento contínuo do ambiente de trabalho. 

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Property: o primeiro FM Debate de 2018

Empreendimentos comerciais registram vacância recorde - orçamentos congelados - em prédios novos e autônomos com carência de até 12 meses de condomínio ou aluguel para serem ocupados. Qual a importância do FM neste cenário? Vale a pena mudar com carência para aproveitar as baixas de preços? E os prédios “antigos”, qual o papel e importância do FM para tornar o empreendimento atrativo e competitivo? 

Para esclarecer essas dúvidas, venha participar do primeiro FM Debate de 2018, que está com novidades muito bacanas! A primeira parte do evento continua igual, com mini palestras de 20 minutos cada com os nossos palestrantes convidados. Depois do coffee break, faremos uma dinâmica diferente, onde os presentes serão separados em salas de 20 a 30 pessoas, que contarão com a presença de um dos palestrantes e consultores convidados. Desta forma, os FM presentes, poderão explanar os seus respectivos casos reais com os especialistas, podendo sair do evento com uma grande ideia ou solução prática. 

Clique aqui e saiba quem serão os participantes dessa primeira edição especial e inscreva-se porque as vagas são limitadas para 80 participantes! 

 


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Ivan Monteiro

Editor e colunista do blog da ABRAFAC, Ivan Monteiro é Jornalista formado pela Universidade Vila Velha (ES), Analista de Mídias Sociais e empreendedor digital. Estudante assíduo da área de comunicação e negócios, está sempre por dentro das novidades do mercado.

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